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"Para ser persuasivo, precisamos ser confiáveis. Para sermos confiáveis, precisamos ser dignos de crédito. Para sermos dignos de crédito, precisamos ser autênticos".
(Edward R. Murrow)

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Modificar ambiente de trabalho pode evitar LER

As lesões de esforço repetitivo (LER) são, atualmente, os maiores motivos de ausência de funcionários em bancos, escritórios e indústrias. A falta de qualidade acaba influindo na qualidade da rotina desses profissionais. Mas como fazer com que o local de trabalho não seja um propagador da LER? Algumas alterações podem fazer a diferença.

Pequenas mudanças podem ser realizadas e ser uma grande ajuda para profissionais que passam na mesma posição ou fazendo as mesmas tarefas de forma contínua. Investir em ações e comportamentos que tornem a jornada de trabalho mais prazerosa é uma boa solução. Produtos como suportes para monitor que ajustam a tela na altura dos olhos, além de apoio no antebraço, pés e punho que deixam ombros, pernas e cotovelos alinhados corretamente também são excelentes opções.

Algumas pesquisas já comprovaram que empresas que investem no funcionário diminuem os problemas ocupacionais evitando a perda da produtividade, da falta de mão de obra qualificada e da qualidade de vida no trabalho, além dos gastos financeiros implicados no afastamento e recuperação de trabalhadores lesionados.

PAUSAS
Quando não há com alterar a forma de trabalho, a orientação é realizar pequenas pausas durante a atividade repetitiva e permanecer numa postura adequada. De acordo com especialistas, essas atitudes podem amenizar os sintomas.

SAIBA MAIS SOBRE A LER
Um conjunto de síndromes que atacam os nervos, músculos e tendões, especialmente dos membros superiores e do pescoço. São síndromes degenerativas e cumulativas, que causam dor ou incômodo. Elas podem ser ocasionadas quando há atividade ocupacional intensiva e constante, ou realizadas sob elevado nível de estresse.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Nova lei do Aviso Prévio entra em vigor

O aviso prévio de até 90 dias entrou em vigor nesta última semana com a publicação da Lei nº 12.506, de 11/10/2011, no Diário Oficial da União. A nova Lei prevê acréscimo de três dias por ano trabalhado para o prazo de 30 para 90 dias o tempo de concessão do aviso nas demissões sem justa causa.
Pelos cálculos, para ter direito aos 90 dias, o empregado terá que ter trabalhado, pelo menos, 21 anos na mesma empresa.

Se o trabalhador pedir demissão, também terá que cumprir o novo prazo de aviso prévio. Neste caso, ele poderá trabalhar os dias ou tê-los descontados de suas verbas rescisórias. Mas a empresa pode optar por liberar o empregado, sem ônus.

O projeto foi aprovado na Câmara no último dia 21 e tramitava no Congresso desde 1989, sendo sancionado sem vetos pela presidente Dilma Rousseff.

De acordo com a Casa Civil, o novo prazo de aviso prévio vale para demissões que ocorrerem a partir do dia 13/10/2011. A determinação é válida para todos os trabalhadores que estão na ativa e tem carteira assinada, incluindo empregadas domésticas. Não influencia quem pediu demissão ou foi demitido antes da vigência da nova regra. As demais regras do aviso prévio, tais como redução de duas horas na jornada ou sete dias corridos de falta, são mantidas inalteradas.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Ponto eletrônico impresso é adiado para 2012

A adoção do ponto eletrônico impresso foi adiada pela quarta vez e passa a valer apenas a partir de janeiro de 2012, de acordo com portaria publicada nesta segunda-feira (3) pelo Ministério do Trabalho no Diário Oficial da União.

O sistema será obrigatório para empresas com mais de dez empregados que já utilizam equipamentos de ponto eletrônico. Elas deverão oferecer ao funcionário a possibilidade de imprimir o comprovante de entrada e de saída do trabalho. A medida não precisará ser seguida por órgãos públicos.

A entrada em vigor da Portaria 1.510 foi adiada para dar mais tempo às empresas para se adequarem aos equipamentos. Desde a edição do texto, em 2009, há divergências entre os setores sindicais e as confederações patronais.

Para os sindicatos, a portaria vai evitar que os trabalhadores façam horas extras e não recebam por elas. Já as entidades sindicais patronais argumentam que a adoção do ponto eletrônico pode gerar altos custos, principalmente para as pequenas empresas.

Fonte: Agência Brasil

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Taxa de desemprego é a menor em agosto desde 2002

A taxa de desemprego nas seis principais regiões metropolitanas do país ficou em 6% em agosto, informou nesta quinta-feira (22) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado, que repete a taxa de julho, é o menor para o mês de agosto desde o início da série da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), em 2002. Em relação ao mesmo período do ano passado, quando a taxa ficou em 6,7%, houve queda de 0,7 ponto percentual.

De acordo com o levantamento, a população desocupada totalizou 1,4 milhão de pessoas em agosto e ficou estável na comparação com o mês anterior. Já em relação a agosto de 2010 foi observada queda de 10%, com 160 mil pessoas a menos em busca de emprego. A população ocupada também não apresentou alteração na passagem de um mês para o outro (22,6 milhões). Em relação a agosto do ano passado, houve aumento de 2,2%, o que representa um acréscimo de 488 mil pessoas ocupando postos no mercado de trabalho.

O documento revela que também houve estabilidade no número de trabalhadores com carteira assinada – 11 milhões de pessoas - na comparação com julho. Em relação ao mesmo período de 2010, houve aumento de 7,5%. Esse crescimento indica que foram criados 764 mil postos de trabalho formal no período.

O rendimento médio dos trabalhadores ocupados, estimado em R$ 1.629,40, subiu 0,5% de um mês para o outro. Em relação a agosto do ano passado, o poder de compra dos ocupados cresceu ainda mais, 3,2%.

A Pesquisa Mensal de Emprego é realizada nas regiões metropolitanas de Recife, Salvador, Belo Horizonte, do Rio de Janeiro, de São Paulo e Porto Alegre.

Fonte: Agência Brasil






quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Igualdade entre gêneros aumenta produtividade

Desde meados do século XIX as mulheres de todo o mundo lutam para conseguir um lugar no mercado de trabalho. Hoje em dia muitas profissionais estão empregadas, mas a maioria ainda luta pela igualdade de salários e oportunidades com os homens.

Um estudo realizado pelo Banco Mundial e publicado pelo jornal "O Globo" chamado “Igualdade de gêneros e desenvolvimento 2012” afirma que se as mulheres tiverem as mesmas oportunidades que os homens a produtividade do mundo pode aumentar de 3% a 25%. Segundo a pesquisa a maior demanda das economias dos países em desenvolvimento acabou por inserir mais mulheres no mercado de trabalho. No mundo, elas são mais numerosas nas universidades e tiram melhores notas. Mas, embora estejam mais preparadas, seus salários são mais baixos.

Além disso, o estudo mostra que no Brasil os patrões ainda são os homens, com 70% dos postos de empregadores. Eles também são maioria entre os trabalhadores por conta própria e assalariados com 53%. Nos serviços não remunerados, as mulheres se destacam, com 72% do total. No nosso país também há mais mulheres com empregos informais. “As mulheres dedicam 27 horas semanais ao trabalho doméstico, enquanto os homens usam apenas 10,5 horas”, disse Ana Lúcia Saboia, do IBGE.

O preconceito em relação às mulheres também está presente. Um exemplo ouvido pelo jornal é o da secretária da Organização de Mulheres do Sindicato de Trabalhadoras Rurais de Vitória de Santo Antão (PE), Rosenice Josefa, que trabalha na roça desde os cinco anos. Hoje ela é dona de suas terras, mas enfrentou resistência até do marido. “Os homens vivem fazendo gracinha. Cresci em um ambiente em que a mulher vivia de carregar lata d'água na cabeça e de fazer mandado na enxada. Hoje, sou dona de minha terra, pois o sítio é no meu nome mesmo, e não do marido".

Considerada patrona do Feminismo no Brasil, Rose Marie Musaro está convencida de que a defasagem salarial entre homens e mulheres será uma das últimas diferenças de gênero a mudar. "O sistema vive se alimentando da mais valia da mulher", diz.

Fonte: Bolsa de Mulher

domingo, 17 de abril de 2011